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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

LAR DOCE LAR

Acabei de me mudar, pela enésima vez (na verdade foram oito).  E, como sempre ocorre, ao arrumar a casa, milhares de ideias me vêm à cabeça. Algumas nem um pouco convencionais, como colocar uma geladeira na sala (placar final: pessoal da casa 5 X 0 eu). Das estantes de livros na sala de jantar então nem vou falar... derrota total. Mas isso me fez refletir e querer desabafar aqui. Por que a casa da gente não pode ser do jeito que a gente quer? Por que a gente se importa com o que as visitas (raras ou quase inexistentes em algumas casas) vão achar? Eu quero me sentir bem no meu ninho, quero curtir meus ambientes, ter conforto, mordomia, e se isso vai contra o que sai nas revistas (e acreditem, leio MUITAS), paciência.
Como designer de interiores, vejo sempre isso na teoria e nem sempre na prática. Respeitar os desejos do cliente, seus gostos e modo de vida funciona até certo ponto: a partir do momento em que contradiz as tendências ou que se opõe ao que apareceu nas mostras de decoração, começa o embate.  Pura perda de tempo, na minha opinião.
Para mim, a casa é de quem mora nela, quem nela cria histórias de vida, sofre, chora, ri, ama. Sem regras que só servem para nos inibir.  Vamos tentar ser livres, pelo menos no nosso reduto. Que tal?

Abraços,

GS